Dr. João Marcelo Brito, cirurgião torácico em Brasília
Dr. João Marcelo Brito

Cirurgião Torácico em Brasília Diagnóstico preciso e cirurgia moderna

Avaliação, investigação e tratamento de doenças do pulmão, pleura, mediastino e vias aéreas, com atuação em broncoscopia, EBUS, cirurgia torácica minimamente invasiva e cirurgia robótica.

CRM-DF 35.322 RQE 25.932 RQE 25.933 Brasília · DF
Sobre o cirurgião

Dr. João Marcelo Brito

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, realizou residência médica em Cirurgia Geral pela Associação Beneficente Santa Casa de Campo Grande, consolidando sua base cirúrgica. Especializou-se posteriormente em Cirurgia Torácica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, com aprofundamento em técnicas modernas e abordagem especializada das doenças torácicas.

Buscando constante aprimoramento, realizou fellowship em Cirurgia Torácica Minimamente Invasiva pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com certificação internacional em cirurgia robótica pela plataforma Da Vinci Surgical System. Complementou sua formação com fellowship internacional no Institut Universitaire de Cardiologie et de Pneumologie de Québec, com foco em Cirurgia Torácica minimamente invasiva e ecobroncoscopia (EBUS).

Sua prática é orientada pela combinação entre conhecimento técnico, atualização constante e atenção individualizada ao paciente, com atuação voltada ao diagnóstico e tratamento de doenças pulmonares, da pleura e do mediastino e indicação cirúrgica quando necessária.

A condução dos casos é feita com base em evidência científica, respeitando as particularidades de cada paciente e buscando definir a estratégia diagnóstica e terapêutica mais adequada para cada situação.

Especialidade Cirurgia Torácica
Atuação Endoscopia respiratória
Tecnologia Cirurgia robótica, EBUS e CrioEBUS

Experiência dos pacientes

Confira as avaliações públicas dos pacientes atendidos pelo Dr. João Marcelo Brito.

Avaliação especializada

Cada alteração torácica pede uma decisão precisa.

Na avaliação com o Dr. João Marcelo Brito, alterações identificadas em uma tomografia de tórax são interpretadas dentro do contexto completo do paciente. Um achado no exame nem sempre significa uma doença grave e, da mesma forma, nem toda alteração precisa de cirurgia. Características da imagem, evolução ao longo do tempo, sintomas, histórico clínico, fatores de risco e exames anteriores ajudam a definir a melhor conduta.

Nódulos pulmonares, tumores do mediastino, alterações da pleura, pneumotórax e doenças das vias aéreas podem exigir estratégias completamente diferentes. Em determinados casos, o melhor caminho é apenas acompanhar. Em outros, podem ser necessários exames complementares, broncoscopia, EBUS, biópsia ou tratamento cirúrgico. A decisão deve buscar precisão diagnóstica sem submeter o paciente a procedimentos desnecessários.

Quando existe indicação de cirurgia, o planejamento também é individualizado. Técnicas por videotoracoscopia e cirurgia robótica podem permitir abordagens minimamente invasivas em pacientes selecionados, sempre considerando segurança, extensão da doença e objetivo do tratamento.

Quando buscar avaliação

Você pode precisar de avaliação com um Cirurgião Torácico se apresentar situações como:

O Dr. João Marcelo Brito avalia sintomas, exames e diagnósticos relacionados ao pulmão, pleura, mediastino e vias aéreas. Algumas alterações torácicas podem apresentar poucos sintomas no início, por isso achados em exames de imagem também podem justificar uma avaliação especializada.

Falta de ar persistente
Dor no peito persistente, principalmente ao respirar
Alterações identificadas em tomografia do tórax
Diagnóstico de nódulo pulmonar
Tumores ou massas no mediastino
Gânglios ou linfonodos aumentados no mediastino
Histórico, investigação ou suspeita de câncer de pulmão
Alterações da pleura, derrame pleural ou pneumotórax
Avaliar sintomas respiratórios com precisão faz diferença no tratamento.

A avaliação especializada permite relacionar sintomas, exames de imagem e histórico clínico para definir se existe necessidade de acompanhamento, investigação complementar ou tratamento.

Agendar avaliação
Doenças e condições tratadas

Atuação em diferentes doenças torácicas

Conheça algumas das condições avaliadas e tratadas pelo Dr. João Marcelo Brito, cirurgião torácico em Brasília. Clique em “ler mais” para acessar informações detalhadas sobre cada condição e suas possibilidades de investigação e tratamento.

Nódulo pulmonar
Pulmão

Nódulo pulmonar

Avaliação para definir acompanhamento, investigação diagnóstica ou tratamento.

Câncer de pulmão
Oncologia torácica

Câncer de pulmão

Avaliação, estadiamento e tratamento cirúrgico quando existe indicação.

Tumores do mediastino
Mediastino

Tumores do mediastino

Investigação de massas e tumores localizados na região central do tórax.

Pneumotórax
Pleura e pulmão

Pneumotórax

Tratamento definido conforme sintomas, causa e risco de recorrência.

Derrame pleural
Pleura

Derrame pleural

Investigação e tratamento do acúmulo de líquido ao redor do pulmão.

Doenças da pleura
Pleura

Doenças da pleura

Avaliação de alterações pleurais inflamatórias, infecciosas ou tumorais.

Enfisema pulmonar
Pulmão

Enfisema pulmonar

Avaliação cirúrgica em pacientes cuidadosamente selecionados.

Hiperidrose
Sistema simpático

Hiperidrose

Avaliação da indicação de simpatectomia em pacientes selecionados.

Como funciona o atendimento

Da avaliação ao acompanhamento

O Dr. João Marcelo Brito atende dentro da estrutura hospitalar da Rede D’Or em Brasília, incluindo pacientes de convênios vinculados à rede e também atendimento particular, conforme disponibilidade.

01

Avaliação

Análise da história clínica, sintomas, exames prévios e motivo do encaminhamento.

02

Definição diagnóstica

Quando necessário, são definidos exames ou procedimentos complementares.

03

Programação hospitalar

Procedimentos e cirurgias são organizados conforme indicação, hospital e cobertura.

04

Tratamento e seguimento

O acompanhamento continua após o procedimento e durante a recuperação.

Dr. João Marcelo Brito
Hospitais onde opera em Brasília

Atuação cirúrgica em hospitais da Rede D’Or

O Dr. João Marcelo Brito atua dentro da estrutura hospitalar da Rede D’Or em Brasília, realizando consultas, procedimentos e cirurgias conforme a indicação médica e a programação hospitalar.

DF Star Brasília · DF
Hospital Santa Helena Brasília · DF
Hospital Santa Luzia Brasília · DF
Hospital do Coração Brasília · DF

O Dr. João Marcelo não possui credenciamento individual com cada operadora. O atendimento por convênio ocorre dentro dos acordos e coberturas dos hospitais da Rede D’Or. A cobertura deve ser confirmada conforme hospital, plano contratado e autorização da operadora.

Procedimentos e tecnologias

Recursos modernos para diagnóstico e tratamento torácico

O Dr. João Marcelo Brito mantém sua atuação voltada à atualização em técnicas modernas e minimamente invasivas, utilizando recursos como cirurgia robótica, videotoracoscopia, broncoscopia, EBUS e diferentes técnicas de biópsia na investigação e no tratamento de doenças pulmonares e torácicas.

Cirurgia torácica robótica
Tecnologia cirúrgica

Cirurgia Torácica robótica

Cirurgia minimamente invasiva utilizando plataforma robótica controlada pelo cirurgião.

Videotoracoscopia VATS
Minimamente invasiva

Videotoracoscopia · VATS

Cirurgia torácica videoassistida realizada por pequenas incisões e câmera.

Broncoscopia
Endoscopia respiratória

Broncoscopia

Exame das vias respiratórias para investigação diagnóstica e procedimentos selecionados.

EBUS Ecobroncoscopia
Diagnóstico avançado

EBUS · Ecobroncoscopia

Ultrassonografia associada à broncoscopia para avaliar estruturas e linfonodos do mediastino.

Broncoscopia intervencionista
Intervenção endoscópica

Broncoscopia intervencionista

Técnicas endoscópicas para diagnóstico e tratamento de alterações das vias aéreas.

Biópsia pulmonar
Diagnóstico

Biópsias pulmonares

A estratégia de obtenção de tecido depende da localização e das características da lesão.

Sistema cirúrgico Da Vinci Xi
Cirurgia Robótica

Tecnologia aplicada à Cirurgia Torácica

O Dr. João Marcelo Brito possui formação específica em Cirurgia Torácica Minimamente Invasiva e certificação internacional em cirurgia robótica pela plataforma Da Vinci Surgical System.

A cirurgia robótica é uma das possibilidades de abordagem minimamente invasiva em Cirurgia Torácica. A plataforma é comandada integralmente pelo cirurgião e oferece visualização tridimensional ampliada e instrumentos articulados capazes de reproduzir movimentos delicados dentro do tórax.

Esses recursos podem facilitar a dissecção de estruturas vasculares, brônquicas e linfonodais, especialmente em regiões anatômicas profundas. Em comparação com a cirurgia aberta, abordagens minimamente invasivas como cirurgia robótica e videotoracoscopia estão associadas, em diferentes cenários, a menor trauma da parede torácica, menor permanência hospitalar e recuperação funcional mais rápida.

Na comparação direta entre cirurgia robótica e VATS, meta-análises demonstram resultados semelhantes em vários desfechos clínicos e oncológicos. Alguns estudos identificam menor perda sanguínea, menor necessidade de conversão e maior avaliação linfonodal com a abordagem robótica, embora esses benefícios não sejam universais e dependam do procedimento, da equipe e das características do paciente.

A escolha da técnica é individualizada e considera o diagnóstico, a extensão da doença, o tipo de ressecção necessária, as condições clínicas e a segurança do procedimento.

01

Visão tridimensional ampliada

Visualização em alta definição com percepção de profundidade, auxiliando a identificação de estruturas anatômicas delicadas.

02

Instrumentos articulados

Os instrumentos robóticos possuem ampla liberdade de movimentos, facilitando dissecções e suturas em regiões restritas do tórax.

03

Abordagem minimamente invasiva

Quando indicada, permite realizar diferentes procedimentos torácicos através de pequenas incisões, evitando uma ampla abertura da parede torácica.

04

Precisão na dissecção

Estudos comparativos descrevem resultados oncológicos semelhantes à VATS e possíveis vantagens em alguns parâmetros de dissecção e recuperação perioperatória.

Os possíveis benefícios variam conforme a cirurgia e o perfil do paciente. Cirurgia robótica e videotoracoscopia são técnicas diferentes dentro do conceito de cirurgia minimamente invasiva, e nenhuma abordagem é automaticamente superior para todos os casos.

Broncoscopia e EBUS

Diagnóstico através das vias respiratórias com precisão e menor invasividade

O Dr. João Marcelo Brito possui fellowship internacional com foco em ecobroncoscopia (EBUS) e atua com broncoscopia e EBUS na investigação de alterações das vias aéreas, pulmões, linfonodos e mediastino.

A broncoscopia permite visualizar diretamente a traqueia e os brônquios, coletar secreções e realizar diferentes tipos de biópsia. Tecnologias de broncoscopia guiada também podem auxiliar no acesso a determinadas lesões pulmonares periféricas.

O EBUS acrescenta ultrassonografia à broncoscopia. Com ele, estruturas que não são visíveis diretamente dentro do brônquio podem ser identificadas em tempo real, especialmente linfonodos e lesões localizadas no mediastino.

A punção guiada por EBUS, conhecida como EBUS-TBNA, possui papel consolidado na investigação de linfonodos mediastinais e no estadiamento do câncer de pulmão. A indicação do procedimento depende do objetivo diagnóstico e das características de cada caso.

Broncoscópio com EBUS
Visualização

Avaliação das vias aéreas

Permite observar diretamente a traqueia e os brônquios e identificar alterações endobrônquicas.

Ultrassom

Avaliação do mediastino

O EBUS utiliza ultrassonografia para localizar linfonodos e estruturas além da parede brônquica.

Diagnóstico

Coleta de tecido

Agulhas e outros instrumentos podem ser utilizados para obter material para análise histológica ou citológica.

Oncologia

Estadiamento do câncer pulmonar

A avaliação dos linfonodos mediastinais pode modificar o estágio da doença e influenciar a estratégia de tratamento.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Cirurgia Torácica em Brasília

O que faz um cirurgião torácico?

O cirurgião torácico atua na avaliação e no tratamento de doenças do pulmão, pleura, mediastino, parede torácica e vias aéreas. A especialidade inclui procedimentos diagnósticos, broncoscopia, EBUS e diferentes técnicas cirúrgicas.

Quando procurar um cirurgião torácico?

A avaliação pode ser indicada diante de sintomas respiratórios persistentes ou quando existem alterações em exames do tórax, nódulos pulmonares, derrame pleural, pneumotórax, tumores do mediastino ou encaminhamento de outro médico.

Todo nódulo pulmonar precisa de cirurgia?

Não. Tamanho, aspecto, crescimento, histórico do paciente e outros fatores ajudam a definir se o nódulo deve apenas ser acompanhado ou se existe necessidade de investigação complementar ou tratamento.

O Dr. João Marcelo realiza broncoscopia e EBUS?

Sim. O Dr. João Marcelo possui formação específica em ecobroncoscopia e atua com broncoscopia e EBUS. A broncoscopia permite examinar as vias respiratórias, enquanto o EBUS associa ultrassonografia ao exame para avaliar estruturas e linfonodos próximos às vias aéreas.

O Dr. João Marcelo realiza cirurgia torácica robótica?

Sim. Possui formação em Cirurgia Torácica Minimamente Invasiva e certificação internacional em cirurgia robótica pela plataforma Da Vinci Surgical System. A indicação depende da doença, extensão da cirurgia, anatomia e condições clínicas de cada paciente.

Quais convênios são atendidos?

O atendimento por convênio ocorre por meio dos acordos dos hospitais da Rede D’Or onde o Dr. João Marcelo atua. A cobertura deve ser confirmada conforme hospital, plano contratado e eventuais autorizações necessárias.

Em quais hospitais o Dr. João Marcelo opera em Brasília?

A atuação inclui DF Star, Hospital Santa Helena, Hospital Santa Luzia e Hospital do Coração, conforme indicação médica e programação hospitalar.

O Dr. João Marcelo também atende pacientes particulares?

Sim. Além dos pacientes atendidos dentro dos acordos hospitalares da Rede D’Or, também é possível realizar atendimento particular.

Dr. João Marcelo Brito em seu consultório
Contato

Agendamento e informações

Entre em contato com a equipe do Dr. João Marcelo Brito para informações sobre consultas, convênios, atendimento particular, procedimentos e disponibilidade de agenda.

Contato e atendimento
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Centro Médico DF Star SGAS I · SGAS 914 · segundo subsolo, andar -2 · Asa Sul · Brasília/DF · CEP 70390-140
Horários de atendimento Segunda-feira: 15h às 17h
Quarta-feira: 14h às 18h
Quinta-feira: 13h às 16h
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Nódulo pulmonar

Nódulo pulmonar: o que é e quando precisa ser investigado?

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O nódulo pulmonar é uma pequena opacidade encontrada no pulmão, geralmente durante uma radiografia ou, com muito mais frequência, em uma tomografia de tórax. Na terminologia radiológica, uma lesão arredondada de até aproximadamente 3 centímetros pode ser chamada de nódulo; alterações maiores são geralmente classificadas como massas. O achado é relativamente comum e muitas vezes aparece por acaso durante exames realizados por outros motivos.

Encontrar um nódulo não significa automaticamente encontrar um câncer. Infecções antigas, processos inflamatórios, granulomas, cicatrizes e outras condições benignas também podem produzir nódulos. Por isso, o objetivo da avaliação especializada é estimar a probabilidade de malignidade sem indicar exames ou cirurgias desnecessárias.

Como o risco é avaliado?

A tomografia fornece informações importantes: tamanho, localização, contornos, presença de calcificações, densidade sólida ou em vidro fosco, existência de componente parcialmente sólido e, principalmente, eventual crescimento quando existem exames anteriores para comparação. Idade, histórico de tabagismo, exposição ocupacional, antecedentes oncológicos e outros fatores clínicos também entram nessa análise.

De acordo com o perfil do nódulo, o melhor caminho pode variar desde controle periódico com tomografia até investigação com PET-CT, broncoscopia, EBUS, biópsia percutânea ou abordagem cirúrgica. As diretrizes modernas procuram individualizar essa decisão, considerando conjuntamente características da imagem e risco do paciente.

Quando a cirurgia pode ser necessária?

A cirurgia pode ser considerada quando a probabilidade de malignidade é relevante, quando o nódulo apresenta crescimento ou características suspeitas, quando outros métodos diagnósticos não conseguem esclarecer a alteração ou quando a própria remoção cirúrgica faz parte do tratamento. Dependendo da localização e do diagnóstico, podem ser realizadas ressecções em cunha, segmentectomias ou outras ressecções pulmonares, inclusive por técnicas minimamente invasivas em casos selecionados.

Este conteúdo é informativo. O acompanhamento ou tratamento de um nódulo depende da avaliação individual do exame e do histórico do paciente.

Câncer de pulmão

Câncer de pulmão e o papel da Cirurgia Torácica

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O câncer de pulmão reúne diferentes tipos de tumores, sendo o câncer de pulmão de não pequenas células o grupo mais frequente. A estratégia de tratamento depende principalmente do tipo histológico, tamanho e localização do tumor, presença de linfonodos comprometidos, eventuais metástases e condições clínicas e respiratórias do paciente. Por esse motivo, confirmar o diagnóstico e realizar o estadiamento adequado são etapas fundamentais antes de decidir a melhor abordagem.

Tomografia, PET-CT e exames funcionais podem fazer parte da investigação. Quando existe necessidade de avaliar linfonodos do mediastino, o EBUS permite realizar a coleta de material por via endoscópica em muitos pacientes. A análise do tecido também fornece informações histológicas e moleculares que podem influenciar o tratamento oncológico.

Quando a cirurgia faz parte do tratamento?

Em tumores potencialmente ressecáveis, principalmente em estágios iniciais, a cirurgia pode ser uma das principais opções de tratamento. Dependendo do caso, a ressecção pode envolver um segmento pulmonar, um lobo inteiro ou, menos frequentemente, uma extensão maior do pulmão. A avaliação dos linfonodos também é parte importante da cirurgia oncológica. A escolha da extensão da ressecção considera tamanho e localização do tumor, estágio da doença e reserva funcional do paciente.

Nos últimos anos, a videotoracoscopia e a cirurgia robótica ampliaram as possibilidades de ressecções pulmonares minimamente invasivas. Em situações adequadas, essas técnicas permitem realizar operações oncológicas através de pequenas incisões, sem a abertura ampla do tórax. Em outros casos, uma abordagem aberta continua sendo a opção mais segura.

Tratamento multidisciplinar

O tratamento atual do câncer de pulmão frequentemente envolve diferentes especialidades. Dependendo do estágio e das características biológicas do tumor, quimioterapia, imunoterapia, terapia-alvo ou radioterapia podem ser utilizadas antes ou depois da cirurgia. Assim, a decisão cirúrgica faz parte de um planejamento oncológico mais amplo e individualizado.

Mediastino

Tumores do mediastino: diagnóstico e tratamento

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O mediastino é o espaço localizado no centro do tórax, entre os dois pulmões. Nessa região ficam estruturas importantes como coração, grandes vasos, traqueia, esôfago, timo e linfonodos. Por reunir tecidos diferentes, o mediastino também pode apresentar diversos tipos de nódulos, cistos e tumores, que variam bastante em comportamento, necessidade de investigação e forma de tratamento.

Entre as alterações encontradas estão cistos mediastinais, tumores do timo, tumores de células germinativas, alterações dos linfonodos, tumores neurogênicos e outras lesões menos comuns. Algumas são descobertas incidentalmente em tomografias realizadas por outro motivo. Outras podem provocar sintomas por compressão das estruturas próximas, como dor, tosse, falta de ar, dificuldade para engolir ou sensação de pressão no tórax.

Como é feita a investigação?

A tomografia de tórax costuma ser o primeiro exame para avaliar localização, tamanho, relação com vasos e outras características da massa. Em situações específicas, ressonância magnética, PET-CT, exames laboratoriais ou avaliação complementar podem ser úteis. A necessidade de biópsia antes da cirurgia depende do tipo de lesão suspeita.

Quando o tratamento é cirúrgico?

A cirurgia pode ser indicada para remover lesões sintomáticas, tumores potencialmente malignos ou alterações cujo diagnóstico e tratamento possam ser obtidos pela ressecção. Dependendo do tamanho, localização e relação com estruturas vizinhas, a operação pode ser realizada por videotoracoscopia, cirurgia robótica ou abordagem aberta.

A escolha da técnica deve respeitar princípios oncológicos e segurança. Uma cirurgia minimamente invasiva não deve ser escolhida apenas pela incisão menor se a extensão da doença exigir uma abordagem diferente.

Pneumotórax

Pneumotórax: quando é necessário tratamento cirúrgico?

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Pneumotórax é a presença de ar no espaço pleural, região localizada entre o pulmão e a parede interna do tórax. Quando esse ar se acumula, o pulmão pode perder parte de sua expansão. Os sintomas mais conhecidos são dor torácica de início súbito e falta de ar, mas a intensidade pode variar bastante conforme o tamanho do pneumotórax, a condição pulmonar prévia e o estado clínico do paciente.

O pneumotórax espontâneo pode ocorrer em pessoas sem doença pulmonar conhecida ou estar associado a doenças como enfisema e outras alterações do pulmão. Também existem pneumotórax traumáticos e relacionados a procedimentos médicos.

O tratamento nem sempre é igual

Pacientes estáveis e pouco sintomáticos podem, em situações selecionadas, ser acompanhados de forma conservadora. Outros necessitam de retirada do ar através de punção, drenagem torácica ou outras medidas.

Quando a cirurgia entra em cena?

A cirurgia pode ser considerada quando existe recorrência, vazamento de ar persistente, situações em que prevenir novo episódio possui importância especial ou quando existem alterações pulmonares que precisam ser tratadas. A videotoracoscopia permite realizar, em muitos casos, ressecção de bolhas pulmonares e procedimentos de pleurodese por abordagem minimamente invasiva.

Cada episódio deve ser avaliado individualmente. Um pneumotórax com dificuldade respiratória importante pode representar uma urgência.

Derrame pleural

Derrame pleural: por que o líquido se acumula ao redor do pulmão?

derrame pleural líquido no pulmão toracocentese biópsia pleural toracoscopia cirurgião torácico Brasília

A pleura é formada por membranas que revestem o pulmão e a parede interna do tórax. Entre essas camadas existe normalmente apenas uma pequena quantidade de líquido. O derrame pleural acontece quando há acúmulo anormal de líquido nesse espaço. Ele não é uma doença única: pode ser consequência de diferentes problemas clínicos, pulmonares, infecciosos ou oncológicos.

Entre as possíveis causas estão insuficiência cardíaca, pneumonias e infecções pleurais, tumores, doenças inflamatórias, complicações após cirurgias e outras condições. Por isso, identificar apenas a presença do líquido não encerra o diagnóstico.

Como investigar um derrame pleural?

Radiografia, ultrassonografia e tomografia ajudam a avaliar quantidade, distribuição e possíveis alterações associadas. Em muitos pacientes, a toracocentese permite retirar uma amostra do líquido para análise bioquímica, microbiológica e citológica.

Qual é o tratamento?

O tratamento depende da causa. Alguns derrames melhoram quando a doença de base é controlada. Outros precisam de drenagem. Infecções pleurais podem exigir dreno e, em situações selecionadas, tratamento cirúrgico. Derrames malignos recorrentes podem demandar estratégias para controlar o líquido e reduzir novos episódios.

A Cirurgia Torácica participa especialmente dos casos em que é necessário obter diagnóstico por biópsia, realizar drenagem, toracoscopia ou tratar infecções complexas.

Pleura

Doenças da pleura: investigação e tratamento

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A pleura é uma membrana fina que recobre a superfície dos pulmões e a parede interna do tórax. Embora discreta, ela pode ser acometida por diferentes doenças, incluindo inflamações, infecções, espessamentos, acúmulo de líquido, entrada de ar no espaço pleural e tumores.

Alterações pleurais podem surgir em radiografias ou tomografias mesmo em pessoas com poucos sintomas. Em outros pacientes, podem provocar dor ao respirar, falta de ar, febre ou redução da capacidade pulmonar.

Por que às vezes é necessária uma biópsia?

Quando exames de imagem e análise do líquido pleural não conseguem definir a causa de uma alteração, pode ser necessário obter um fragmento da própria pleura. Dependendo do caso, isso pode ser realizado por técnicas guiadas por imagem ou através de toracoscopia.

Tratamento cirúrgico

A cirurgia pode ser indicada em situações como infecções pleurais complexas, alterações que necessitam de diagnóstico histológico, pneumotórax recorrente, espessamentos que comprometem a expansão pulmonar e determinadas doenças tumorais.

Enfisema pulmonar

Enfisema pulmonar: quando existe opção cirúrgica?

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O enfisema é uma das alterações que podem ocorrer na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Ele se caracteriza pela destruição de partes dos alvéolos e perda da elasticidade pulmonar, podendo levar a aprisionamento de ar e hiperinsuflação.

A base do tratamento costuma envolver interrupção do tabagismo, medicações inalatórias quando indicadas, reabilitação pulmonar, vacinação e acompanhamento pneumológico. Cirurgia não é o tratamento para a maioria dos pacientes com enfisema.

Quais procedimentos podem ser avaliados?

Pacientes que apresentam bolhas gigantes comprimindo áreas preservadas do pulmão podem, em situações específicas, ser candidatos à bulectomia. Outro procedimento é a cirurgia redutora de volume pulmonar, na qual regiões muito destruídas e hiperinsufladas são removidas para melhorar a mecânica respiratória do tecido pulmonar restante.

A seleção é fundamental

A indicação exige uma avaliação detalhada com tomografia, provas de função pulmonar, capacidade de exercício, distribuição do enfisema e risco cirúrgico. Em pessoas fora dos critérios adequados, uma cirurgia pode oferecer pouco benefício e adicionar risco.

Hiperidrose

Hiperidrose e simpatectomia torácica

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A hiperidrose é caracterizada por produção de suor em quantidade maior do que a necessária para a regulação normal da temperatura corporal. Quando ocorre de forma focal e persistente, especialmente nas mãos, axilas ou face, pode interferir em atividades profissionais, sociais e pessoais.

Antes de considerar cirurgia, é importante confirmar se o quadro corresponde à hiperidrose primária e avaliar tratamentos não cirúrgicos disponíveis. Antitranspirantes específicos, iontoforese, medicamentos e aplicação de toxina botulínica podem ser utilizados conforme o caso.

Como funciona a simpatectomia?

A operação é realizada por videotoracoscopia através de pequenas incisões no tórax. O objetivo é interromper pontos específicos da cadeia simpática relacionados ao estímulo do suor naquela região.

Sudorese compensatória

O principal ponto que precisa ser discutido antes da cirurgia é a possibilidade de aumento do suor em outras áreas do corpo, chamado sudorese compensatória. A intensidade varia entre pacientes e pode influenciar a satisfação com o procedimento.

Cirurgia robótica

Cirurgia Torácica robótica: como funciona?

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O Dr. João Marcelo Brito possui formação em Cirurgia Torácica Minimamente Invasiva e certificação internacional em cirurgia robótica pela plataforma Da Vinci Surgical System. A cirurgia robótica pode ser utilizada em procedimentos torácicos selecionados quando essa abordagem é adequada ao diagnóstico e ao planejamento cirúrgico.

Apesar do nome, o robô não toma decisões e não realiza movimentos de maneira autônoma. O cirurgião permanece no controle durante todo o procedimento, utilizando um console que transforma seus movimentos em movimentos precisos dos instrumentos posicionados no interior do tórax.

Quais são as possíveis vantagens?

A plataforma oferece visão tridimensional ampliada e instrumentos articulados com grande liberdade de movimento. Essas características podem facilitar dissecções delicadas, suturas e o trabalho em regiões anatômicas profundas ou com espaço limitado.

Tanto a cirurgia robótica quanto a videotoracoscopia utilizam pequenas incisões e evitam, quando apropriado, a ampla abertura da parede torácica utilizada na toracotomia.

Quando cirurgia robótica e VATS são comparadas diretamente, a literatura mostra resultados semelhantes em diversos desfechos. Alguns estudos encontram menor perda sanguínea, maior número de estações linfonodais avaliadas ou menor taxa de conversão com a robótica, enquanto outros não demonstram diferenças importantes em diferentes resultados clínicos.

Quem pode ser candidato?

A escolha depende do diagnóstico, extensão da doença, anatomia, tipo de ressecção necessária, condição clínica e experiência da equipe. O principal objetivo não é utilizar a tecnologia por si só, mas escolher a abordagem que permita realizar o tratamento necessário com segurança e qualidade.

Videotoracoscopia · VATS

Cirurgia Torácica videoassistida

videotoracoscopia VATS cirurgia pulmonar por vídeo cirurgia minimamente invasiva cirurgia torácica Brasília

A videotoracoscopia, também conhecida pela sigla VATS (Video-Assisted Thoracic Surgery), é uma técnica de cirurgia minimamente invasiva utilizada para diferentes procedimentos dentro do tórax. Em vez de uma grande incisão com ampla abertura entre as costelas, o cirurgião utiliza pequenas incisões para introduzir uma câmera e instrumentos cirúrgicos.

A imagem captada pela câmera é exibida em monitores de alta definição, permitindo visualizar as estruturas internas durante a operação. A técnica pode ser empregada em ressecções pulmonares, tratamento de pneumotórax, procedimentos pleurais, biópsias, cirurgias do mediastino e outras situações.

Quais são as possíveis vantagens?

Em muitos procedimentos, a VATS reduz o trauma da parede torácica em comparação com uma toracotomia convencional. Para pacientes adequadamente selecionados, isso pode significar menor dor pós-operatória, menor permanência hospitalar, recuperação funcional mais rápida e incisões menores.

VATS e cirurgia robótica são a mesma coisa?

Não. As duas fazem parte da cirurgia minimamente invasiva, mas os instrumentos são diferentes. Na VATS convencional, o cirurgião manipula diretamente os instrumentos introduzidos pelas incisões. Na cirurgia robótica, os instrumentos são conectados a braços robóticos comandados pelo cirurgião através de um console.

Broncoscopia

Broncoscopia: avaliação das vias respiratórias

broncoscopia broncoscopia Brasília endoscopia respiratória biópsia pulmonar broncoscopia intervencionista

A broncoscopia é um exame endoscópico utilizado para visualizar a traqueia e os brônquios por dentro. Um aparelho fino e flexível com câmera é introduzido pelas vias respiratórias, permitindo ao médico avaliar diretamente a mucosa, identificar alterações e realizar procedimentos diagnósticos durante o mesmo exame.

Ela pode ser indicada durante a investigação de alterações identificadas na tomografia, tosse persistente, sangramento pelas vias respiratórias, estreitamentos, suspeita de tumor, infecções específicas ou outras doenças pulmonares.

O que pode ser feito durante o exame?

Além da visualização, a broncoscopia permite coletar secreções, realizar lavado broncoalveolar, escovado e diferentes tipos de biópsia. Dependendo da localização da alteração, instrumentos podem ser conduzidos através do próprio broncoscópio.

Tecnologias de broncoscopia guiada também podem ser utilizadas para alcançar determinadas lesões pulmonares periféricas. O rendimento diagnóstico depende de características como tamanho, localização e relação da lesão com a via aérea.

Broncoscopia e EBUS

Embora utilizem a via respiratória, não são exatamente o mesmo exame. O EBUS acrescenta ultrassonografia à broncoscopia e permite enxergar estruturas que ficam além da parede do brônquio, especialmente linfonodos do mediastino.

EBUS · Ecobroncoscopia

EBUS: ultrassom realizado através da broncoscopia

EBUS ecobroncoscopia EBUS Brasília EBUS-TBNA linfonodos mediastinais estadiamento câncer de pulmão

O Dr. João Marcelo Brito possui formação internacional com foco em ecobroncoscopia (EBUS). O exame combina a broncoscopia com um transdutor de ultrassom localizado na extremidade do aparelho, permitindo avaliar estruturas situadas ao redor das vias respiratórias.

Uma das principais aplicações do método é a avaliação de linfonodos do mediastino e hilo pulmonar. A ultrassonografia permite localizar essas estruturas e introduzir uma agulha através da parede do brônquio, coletando material para análise. Essa técnica é conhecida como EBUS-TBNA.

Por que o EBUS é importante no câncer de pulmão?

Antes de definir o tratamento de um câncer de pulmão, é importante saber se determinados linfonodos estão comprometidos. Essa informação faz parte do estadiamento e pode alterar a estratégia terapêutica. O EBUS possui papel central na avaliação invasiva do mediastino em muitos pacientes com câncer de pulmão.

Além do câncer de pulmão

O EBUS também pode ser utilizado para investigar outras doenças que acometem linfonodos e estruturas próximas às vias respiratórias. Técnicas adicionais de obtenção de tecido vêm sendo estudadas em situações em que fragmentos maiores podem ser úteis.

Broncoscopia intervencionista

Broncoscopia intervencionista e procedimentos avançados

broncoscopia intervencionista criobiópsia pulmonar biópsia transbrônquica endoscopia respiratória broncoscopia Brasília

A broncoscopia não serve apenas para observar as vias respiratórias. Com técnicas e instrumentos específicos, ela também pode ser utilizada para diagnosticar e tratar determinadas alterações da traqueia e dos brônquios. Esse conjunto de técnicas é frequentemente chamado de broncoscopia intervencionista.

Os procedimentos possíveis dependem da estrutura disponível, características da doença e objetivo clínico. Em pacientes selecionados, podem ser utilizados instrumentos para coleta de tecido, controle de determinadas obstruções, remoção de secreções ou corpos estranhos e avaliação de lesões localizadas nas vias aéreas.

Coleta de tecido

Diferentes técnicas de biópsia podem ser conduzidas através do broncoscópio. O método é escolhido conforme a localização da alteração: uma lesão visível dentro do brônquio exige estratégia diferente de um nódulo localizado na periferia pulmonar ou de um linfonodo mediastinal.

Em situações selecionadas, técnicas como criobiópsia podem permitir a obtenção de fragmentos maiores de tecido do que determinadas pinças convencionais. A utilização exige indicação precisa e avaliação cuidadosa dos riscos envolvidos.

Biópsias pulmonares

Biópsia pulmonar: diferentes caminhos para obter o diagnóstico

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Uma biópsia pulmonar consiste na obtenção de uma amostra de tecido ou células para análise laboratorial. Ela pode ser necessária quando um exame de imagem identifica uma alteração cuja natureza não pode ser definida apenas pela tomografia.

Não existe uma única forma de fazer biópsia do pulmão. A escolha depende principalmente da localização da lesão, do tamanho, relação com os brônquios, proximidade da parede torácica, condição clínica do paciente e quantidade de tecido necessária.

Biópsia por broncoscopia

Lesões que possuem relação favorável com as vias respiratórias podem ser abordadas através da broncoscopia. Pinças, escovas, agulhas e outras ferramentas podem ser utilizadas para obter material. Quando o alvo é um linfonodo ou estrutura próxima aos brônquios, o EBUS pode orientar a punção em tempo real.

Biópsia percutânea

Algumas lesões, especialmente próximas à periferia do pulmão, podem ser acessadas por uma agulha introduzida através da parede torácica, geralmente guiada por tomografia.

Biópsia cirúrgica

Quando métodos menos invasivos não são adequados, não fornecem diagnóstico ou quando a própria remoção da lesão faz parte do tratamento, uma biópsia cirúrgica pode ser indicada. Videotoracoscopia ou cirurgia robótica podem ser utilizadas em situações selecionadas.